Família Completa

Família Completa
Familia em 27 de dezembro de 2009

Quem sou

segunda-feira, 5 de abril de 2010

MÃE JOANA

MÃE JOANA

Avenor A. Montandon

Zé Precotela. Esse era o seu nome. Era um crioulo muito preto e forte. Tinha uma característica peculiar. Os pés eram enormes. Sapato, só sob encomenda, tanto que só andava descalço.
O Precotela foi criado desde pequeno pelos meus avós na fazenda, onde ajudava como vaqueiro e capinador de roça. Era servil e humilde, resquícios de seus antepassados de escravos e dedicava aos velhos um respeito submisso, quase canino.
Saiu para casar, com a devida licença dos velhos, o “padrim e a madrinha”. Sua primeira mulher morreu de parto do quarto ou quinto filho, já não me lembro, deixando os filhos bem pequenos, principal argumento para arranjar logo o seu segundo casamento com uma crioula aparentemente saudável, gorda e risonha que quando ria parecia ter quarenta dentes na boca. Seu nome era Joana, tinha uns trinta anos quando casou com o Precotela. Dois ou três anos depois já havia aumentado a família em mais dois crioulinhos. Joana andava cerca de duas léguas a cada dois dias, para lavar e passar roupa na fazenda da vovó. Caminhava ligeira por uma trilha nas encostas suaves dos morros que circundavam a fazenda.
Na escadeira levava invariavelmente um filho mais novo, que não podia deixar em casa, pois até a idade de dois ou três anos os amamentava só no peito.
Sagrada rotina anos a fio.
Fazia parte da paisagem ver a Joana com um crioulinho encaixado na cintura, com uma trouxinha na cabeça rumo à sua casa ao final do dia de trabalho. Com o tempo, no entanto, o passo de Joana já não era tão ligeiro. Estava mais gorda (ou inchada) e parava, vez em quando, para descansar.
Descia o neguinho, o assentava sobre o cupim, respirava sôfrega, para depois prosseguir.
Certo dia, bem cedo, o Precotela apareceu na fazenda. Adentrou à cozinha, onde a vovó preparava um tacho para fazer sabão, tirou o chapéu.
- Bença madrinha.
-Bençoe Zé. Que veio você fazer aqui essa hora. Não é seu costume!
-Fiquei preocupado com a Joana, madrinha. Imaginei que ela tivesse dormido aqui hoje à noite com a menina, pois ela não voltou para a casa ontem.
- Que isso Zé?! - disse espantada.
- A Joana saiu ontem, ainda num era cinco horas!
O crioulo ficou branco de susto e assentou num banco à porta.
- Uai madrinha, então aconteceu alguma coisa!
Preocupada vovó mobilizou a todos que saíram, uns a cavalo, outros a pé à procura da Joana com a crioulinha de um ano que estava com ela.
Seguiram o caminho costumeiro de Joana, passaram duas casas de colonos por onde ela às vezes parava, na esperança de encontrá-la. Nenhuma notícia. Aumentou a apreensão.
Quando, depois de muita procura, se esvaneciam as esperanças, próximo a uma vertente ouviram murmúrios de criança. Sobre uma moita de capim, a poucos metros de um enorme desbarrancado, jazia o corpo de Joana. O capim á sua volta estava amassado, denunciando que a criança por ali circundara á noite em volta da mãe morta. Os peitos murchos do cadáver, á mostra....Joana cumprira , mesmo depois de morta o seu instinto de mãe: A criança alheia , brincava a seu lado , saciada com o leite que sugara durante a noite.

CONSIDERADO MORTO, HOJE VIVE E É FELIZ

CONSIDERADO MORTO, HOJE VIVE E É FELIZ

Avenor A. Montandon

Quando iniciamos o primeiro contato com os doentes graves que acabavam de chegar ao hospital, notamos um deles com grandes fraturas na face, mas que no entanto, não apresentava quadro clínico que merecesse uma interferência imediata ou uma atenção especial por parte dos médicos que atendiam. Seus companheiros à morte, careciam de nossa rápida dedicação.
Saíamos de uma cirurgia, quando deparamos com o dantesco quadro. Aquele doente enfrentava a morte frente a frente. Havia aspirado sangue, sentia-se asfixiado e, em pouco tempo, seu coração não mais batia. Deixava de haver movimentos respiratórios.
Não fosse a violenta intervenção aplicada: a abertura da traquéia com simples tesoura, massagem cardíaca e afinal, reanimação cardio-respiratória, não teríamos hoje a oportunidade de conversar alegremente com o senhor João Ribeiro. Gente boa, humilde, empregado rural, criador de porcos e passarinhos, tocador de sanfona, cavaquinho e violão e infortunadamente, o idealizador daquela romaria a Aparecida do Norte, que tão tragicamente terminou extinguindo 6 dos seus integrantes e 3 outras vidas de carro, considerado responsável pelo fatídico acidente.
Não esperávamos que o Sr. João vivesse. Um colega o considerava morto clinicamente, apesar da reanimação. Os dias se passaram e os cuidados do dia-a-dia permitiram esse papo que tivemos num momento de folga do hospital, com o Sr. João:
- O Sr. está triste sô João?
O aceno de cabeça confirmava a interrogação. Sua voz saia fraca, pois a fístula na garganta impedia que todo o ar dos pulmões passasse pelas cordas vocais saindo pelo pescoço (local da intervenção cirúrgica) e o ar sibilava como se desperdiçasse a voz que ansiava sair.
- Fiquei sabeno que minha muié morreu... Num dianta chorá. Meu pai morreu, eu fiquei triste, mas conformei, a gente num vive pra sempre nesse mundo memo, né?
Minha mãe morreu. Morrero meus irmão. Eles num vorta mais, num dianta chorá... quero sarar e vortá pra casa. Num tem quem cuida dos porco, meus 2 cachorro e os passarinho que prezo muito. Tenho muita coisa lá em casa. - Continuava o Sô João, dando vazão à ânsia de falar (passara vários dias sem o fazer) - Tenho um rádio muito bão que custou uns 230 conto, uma sanfona de 80 baixo com 7 registro. Um cavaquinho e um violão vermeio. Ah! tenho 8 marrote.
- O que é marrote sô João?
- É leitão, dotô. Tenho 8, e uma porca que tá criano. Pra tratá tenho ainda 1 paiol de milho.
- O Sr. toca algum desses instrumentos?
- Toco tudo.
- Pelo jeito o senhor gosta muito de música, hein?
- Se gosto... gosto muito de jacó e jacozinho; Vieira e Vieirinha; Tonico e Tinoco, concluiu.
- Agora num tenho mais prazê em tocá. Sô desgostoso da vida. Quando chegá lá vô vendê tudo!
E o sô João continuou, sem que o instigasse a falar:
- Alem do mais seu dotô; tenho muita ferramenta de carapina prá trabaiá, uma horta plantada por mim que tem de tudo quanto há: mandioca boa, cuzinha que só veno!
- E os passarinhos, sô João?
- Ah! Os passarinhos... tenho muitos; tenho um coleira, tenho um azulão, patativa, pintassilgo, tuim, passo preto e uma maritaca... vô sará logo pra tratá dos meus negócio lá.
Essa é a fortuna do Sr. João, gente boa, um desconhecido, até então para nós e que com a convivência se tornou tão íntimo e tão grande! Essa a fortuna e a felicidade do Sr. João. Ah! a felicidade, a oportunidade de ter devolvido a ele a vida simples. A oportunidade de voltar a tratar dos seus porcos e seus passarinhos...

CABOCLA

Cabocla

Avenor A. Montandon

Ao ver-te assim tão linda
Busco na distância o meu consolo
E embora, ter sentido tudo isso,
Há tanto tempo, te desejar e te querer
Só agora posso te-la no meu colo!

Olho você exuberante, radiante,
Mostrando a alma, o coração,
Um corpo como a mais bonita canção!
Formas, curvas, suavemente desenhadas, arrojadas,
Despojadas, se mostrando eloqüentes na atração!

Seu cheiro de flor, uma harmonia! uma cor!!
Só um homem cego não morreria de amor!!
Simples, natural, rústica, do campo,
Brotada do chão como uma planta
Por maior inspiração do Criador.

Querer-te mais não poderia!
Corpos possuídos, suados, exauridos..
Apenas sentem, sonham e sofrem
Não nos pertencem, e a despeito do amor,
O tempo, a distância, nos afasta e nos consome...
E nos arranca da alma esse louco alimento, essa chama,
Que só poderiam pertencer a quem ama!!

CIRURGIA ORIFICIAL DE CORTESIA

CIRURGIA ORIFICIAL DE CORTESIA


Avenor Augusto Montandon


O Dr. César e o Dr. Pessoa eram bons amigos e trabalhavam juntos no mesmo hospital na pequena e pouco pacata cidade do interior das Minas Gerais. A paz ali era uma situação ocasional, freqüentemente comprometida com as rixas existentes entre famílias tradicionais na região. Não raro havia tiroteios o que a fazia cognominar-se Confusão. O Hospital dirigido pelo Dr. Pessoa era bem equipado e organizado. Atendia não só a população local como de toda a região que para lá convergia pela boa fama de seus médicos treinados na cirurgia de trauma, fruto da tradicional hostilidade existente.
O Dr. César e o Dr. Pessoa auxiliavam-se mutuamente nas cirurgias. Somavam suas experiências e os resultados faziam prosperar suas famas. Ambos eram também fazendeiros prósperos, criavam gado leiteiro e engordavam bois de qualidade nos verdes e vastos campos que circundavam a cidade.
Um belo dia, compradores de gado do norte de São Paulo chegaram na cidade a convite do Dr. Pessoa para ver um gado seu, gordo e saudável, que pretendia negociar. Tinham pressa. Não podiam demorar pois tinham muitos outros compromissos agendados em outras localidades não muito perto dali, cujas distâncias teriam que ser vencidas em precárias estradas de terra.
Dr. Pessoa foi avisado das presenças quando se preparava para uma cirurgia previamente marcada, em paciente amiga da família, que já estava preparada e pronta com pré-anestésico. Tomado de ansiedade sentiu-se na obrigação de atender os visitantes sem trazer prejuízo à cirurgia por iniciar. Nisso chegou o Dr. César, simpático e boa praça, com cara de muitos amigos, pronto para assumir o auxílio de praxe ao Dr. Pessoa.
-César! Que bom que chegou! - disse o Dr. Pessoa – Estou com um compromisso urgente e inadiável e queria que me fizesse um grande favor. Tenho a cirurgia da D. Elza que já desceu para o Centro Cirúrgico e gostaria que a fizesse por mim. Peça ao Dr. João para te ajudar.
-Que cirurgia, Pessoa?
Dr. Pessoa titubeou na resposta. Momentaneamente a memória lhe falhou. Eram vários pacientes agendados e a sua ansiedade não contribuía para a lucidez necessária...
-Hemorróidas?...
-Isso, hemorróidas – respondeu sem pestanejar – faça para mim!
-Deixa comigo, Pessoa. – respondeu Dr. César – Pode ir para o seu encontro.
-Obrigado César. Quando precisar, conte comigo!
O Dr. César chegou ao Centro Cirúrgico e já encontrou a paciente na posição ginecológica. Tomou as providências pré-operatórias imediatas e não obstante constatar a irrelevância da patologia orificial, executou rápida e prontamente a cirurgia com a destreza que lhe era peculiar.
À noite, passando a visita de cortesia aos pacientes operados no dia, Dr. César encontrou a D. Elza apreensiva. Julgou ser normal o descontentamento por ser uma cirurgia dolorosa no pós-operatório imediato. Explicou que fizera a cirurgia a pedido do Dr. Pessoa que ficara impedido de fazê-la e esperava que não se importasse com esse fato.
-De modo algum, Dr. César. Confio muito no senhor que já operou várias pessoas da minha família, mas, eu só tenho uma dúvida.
-Pois não!
-Não sabia que se operava períneo por esse buraco!!!...

A FACADA

A Facada

Avenor Augusto Montandon

Fui chamado com urgência ao hospital. Um homem de meia idade tinha sido esfaqueado. Seu estado era muito grave. Os sinais vitais denunciavam um choque hemorrágico.
Entrei direto para o centro cirúrgico onde o paciente estava sendo anestesiado.
A anestesista foi logo me avisando que o caso era grave demais, e que embora estivesse infundindo sangue e vasopressores, a pressão arterial não era detectada e apenas tênues pulsos carotídeo e femoral eram percebidos.
Numa rápida inspeção confirmei as informações passadas pela colega e constatei uma pequena lesão perfuro-cortante, de uns dois centímetros, na região epigástrica (linha média do abdome superior). Não havia dúvida de que aquele ferimento tinha penetrado o abdome e lesado uma víscera ou algum vaso importante. Enquanto escovava as mãos imaginei que o estômago teria sido lesado. Ou quem sabe o fígado? Certamente havia uma hemorragia interna importante que deveria ser contida rapidamente, sob pena de choque irreversível, já iminente.
Ao longo de tantos anos de experiência como cirurgião, eu não tinha quase nenhuma preocupação com as dificuldades que normalmente encontraria numa cirurgia desse tipo. Deveria ser rápido e preciso, ingredientes essenciais para conter o sangramento, sob pena de perder o paciente.
Durante os breves instantes em que me preparava para entrar no campo operatório, o paciente parecia perder totalmente os sinais vitais.
Tendo sido treinado em hospital de urgência, não gastei mais do que 1 ou 2 minutos para ter acesso à cavidade abdominal com uma incisão (corte) de uns 20 centímetros na linha média da barriga, acima do umbigo. Minha surpresa foi muito grande ao constatar que não havia quase nenhum sangue no interior do abdome que justificasse o choque hemorrágico que estava por levar o paciente a óbito. Numa inspeção geral das vísceras, também não pude evidenciar nada que o justificasse!
Alertado pela anestesista sobre a piora do estado do paciente, senti-me pressionado a localizar o sangramento. Só podia ser para dentro do tórax, concluí, estendendo a minha incisão para cima, cortando o osso externo onde se articulam as costelas no tórax anterior, como se procede nas cirurgias de acesso ao coração. Tinha a esperança de poder encontrar numa das cavidades pleurais, um enorme derrame pleural de sangue (hemotórax). Certamente a faca teria tomado o caminho ascendente, penetrando um dos pulmões. Tentaria a hemostasia (conter o sangramento) e, uma vez drenada a cavidade pleural, era só concluir a cirurgia com as suturas dos tecidos cortados, e com a reposição das perdas, o paciente estaria salvo.
Minha surpresa foi ainda maior quando, acompanhando o trajeto que a arma havia tomado, cheguei no.... CORAÇÃO!! Isso mesmo! Conforme previra, a faca penetrara o tórax e acertou o coração! O mais falado órgão do corpo, suposta sede dos sentimentos, da afeição, do amor, do sofrimento - havia sido perfurado.
A faca atingiu o ventrículo direito e este deixou extravasar para o seu entorno uma grande quantidade de sangue que, contido pelo pericárdio (tipo de membrana), provocou o que nós médicos chamamos de derrame pericárdio, causando um bloqueio, que constrange os batimentos cardíacos. A perda sanguínea, aliada àquele bloqueio insistia em manter o paciente em estado grave!
Heroicamente o coração continuava cumprindo a sua função, mas, a cada pulsar mais um jato de sangue era jogado fora! Precisava interromper aquele sangramento e, para tal, lancei mão de duas pinças que, devidamente presas nas bordas da ferida, puderam me dar uma trégua para preparar a sutura.
Como já esperava, os batimentos foram se tornando cada vez mais tênues até que pararam. Aproveitei então aquela providencial parada cardíaca para dar os pontos na ferida da parede do ventrículo.
Tudo isso em menos de 30 segundos! Foram dois pontos em “U”, suficientes para fechar o ferimento e interromper o sangramento. Imediatamente iniciei a massagem do coração que, entre as minhas mãos, relutou em cumprir espontaneamente a sua missão de bombear o sangue, como se rebelasse contra essa nossa ofensa e intromissão.
Por alguns minutos, espremendo o nobre órgão entre meus dedos pude substituir a sua função, permitido que o sangue circulasse com pressão suficiente para manter oxigenados os órgãos, incluindo o próprio coração. Minutos depois, para nossa euforia, o laborioso centro da circulação reiniciou sua luta contrátil, de inicio meio titubeante, arrítmico, para gradualmente assumir um ritmo seguro e confiante.
- E aí doutora, dirigindo-me à anestesista, - e a pressão?
- Tá melhorando! Com mais uma bolsa de sangue vai normalizar. - Foi categórica.
Extenuado pelo esforço e sentindo a firmeza do resultado, conclui a exaustiva tarefa de recompor os vários planos cirúrgicos.
No dia seguinte de manhã, menos de 12 horas do término da cirurgia, conversei com o Sr. José, sobrevivente de uma facada no coração.
- Bom dia! Sou o médico que te operou!
- Bom dia doutor. Obrigado. Não vi nada. Pensei que tinha morrido! Depois da facada que a Margarida me deu eu achei que num tinha chance de escapar. Ficou tudo escuro logo depois!
- Quem é Margarida? perguntei.
- Minha mulher - respondeu constrangido.
- Sua mulher?
- Isso mesmo. E continuou em tom de desabafo:
- Eu fui receber um dinheirinho na Caixa Econômica de um seguro desemprego, e ia indo pra casa. Resolvi passar num boteco que tem no caminho. e tomei uns tragos. Quando eu cheguei, em casa ela tava me esperano e me enfiou a faca! Num entendi seu doutor. Eu tava até levano um presentinho pra ela!! Ela é boa mas é ciumenta demais - concluiu.
- Seu Zé, você sabia que a facada foi no coração?
- Mesmo Doutor? Então como é que escapei?
- Sorte seu Zé, muita sorte!!!
Fui categórico...

O espirro de Tomás

Tomás - filho de Nicole e Hernan

Medicina de Aviação - Fisiologia de Vôo


"Os aeronautas, de maneira geral, são os principais protagonistas do vôo. Em qualquer equipamento, de um simples balão, que sobe e navega ao sabor dos ventos, até um sofisticado avião supersônico, que rompe inacreditáveis barreiras de velocidade e altitude.

Nas mãos do piloto é depositado um patrimônio material de milhões de dólares, traduzidos sob a forma de altíssima tecnologia, evoluído ao longo de um século de pesquisas e sacrifícios, em todos os campos da ciência: materiais, aerodinâmica, sistemas de propulsão.... e, o maior e impossível de ser mensurado - a responsabilidade de transportar pessoas em condições de segurança e conforto.

O autor, Dr. Avenor Montandon, resolveu reunir as suas experiências como médico, piloto, professor, para viabilizar uma publicação que resumisse didaticamente o assunto de medicina de aviação, expondo com clareza a anatomia e a fisiologia dos órgãos e sistemas do corpo que são influenciados pelo vôo.

Também, o que é essencial para o conhecimento daqueles envolvidos com a atividade aérea no que diz respeito à saúde, sua manutenção, prevenção das principais alterações do organismo no vôo ou em conseqüência dele, e o tratamento dos problemas advindos dessa atividade."